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quarta-feira, 5 de março de 2014

Gramado e Canela não têm só chocolate e Papai Noel.

Sempre que ouvimos falar da Serra Gaúcha nos vem à lembrança chocolate, Papai Noel e frio. Pois bem, como não somos mais foliões, escolhemos o período de carnaval para verificar as outras atrações que Gramado e Canela oferecem aos seus visitantes. Após reservarmos nosso hotel ( Laghetto Toscana) através do site www.booking.com.br, o que se torna além de mais fácil mais barato, fizemos uma pesquisa via Internet para montar nosso roteiro de visitação:
1º dia:  Almoço no Restaurante Serra Rural, check in no hotel, jantar no restaurante do hotel, passeio na Rua Coberta com direito a chopinho no Bistrot Brillot, hotel e descanso;
2º dia: Café no hotel, Zoológico de Gramado, visitação e almoço no Parque Gaúcho onde o Rafael ( meu neto de 1 ano e 6 meses) montou e andou no pônei Sortudo, visita no Le Jardin - Parque das Lavandas; à noite, jantar no Bistrot - sopa no pão, vinhozinho -  para receber o presente prometido pelo gerente ( um prato de parede pintado à mão confeccionado para comemorar os 15 anos do bistrot), carnaval na rua coberta com o Bloco dos Velhinhos Transviados;
3º dia: chegada do Eduardo, meu filho mais novo, para compartilhar do passeio ao Parque do Caracol, passeio de trem elétrico com descida na pista de caminhada em meio ao bosque e visita ao parque dos animais que falam ( uma graça!) a vista da cascata é lindíssima e a estrutura montada é de 1º mundo ( tecnologia suíça); hotel,banho e pizzaria;
4º dia: Museu da Moda (fechado) Museu de Cera, Museu das Harley Davidson e do Automóvel, comprinhas básicas, comprinhas de chocolate pra família, almoço no Mamma Mia, visita à Fábrica de Cristais. Retorno a Santa Maria de alma lavada e enxaguada, como diria Odorico Paraguaçu, com a intenção de voltar para visitar as demais atrações que não tivemos tempo de conferir.
De tudo o que foi visto posso destacar o Restaurante Serra Rural (tipo restaurante de colônia - muito bom e pitoresco), o Parque Gaúcho (conta a história do gaúcho, um restaurante muito bom, típico,brinquedoteca típica, Cidade Gaúcha com cenários típicos,passeio de charrete e a cavalo) o Parque das Lavandas ( floricultura, jardins e loja com produtos à base de lavanda), o passeio de trem elétrico ( vista linda da cascata e ambientes agradáveis no bosque), fizemos muitas fotos mas vou postar duas montagens de algumas que dão uma ideia do que vimos:


E foi lá em Gramado que tomei conhecimento de que fui eleita Princesa do Carnaval do blog Ilha da Lindalva, fiquei muito lisonjeada e triste por não ter podido brincar o carnaval com os seguidores da Ilha, até já tinha preparado a fantasia, olhem só:

domingo, 5 de janeiro de 2014

TOLFO: * 22/07/1944 + 18/12/2013

Nascido em Santos Anjos, município de dona Francisca, no Rio Grande do Sul, no dia 22 de julho de 1944, filho de Fiorindo Tolfo e Diva Morgental Tolfo, segundo de seis irmãos. Desde  muito cedo ajudou a mãe na tarefa de cuidar dos irmãos e nas tarefas domésticas, decorre daí a facilidade com que realizava algumas atividades em casa como consertos e instalações de eletro domésticos.Ficou conhecido por ser jogador de futsal e dos bons nas décadas de 60 e 70 e, por ser descendente de italianos levou a alcunha de "Polenta".
Foram 50 anos de convivência entre namoro, noivado e casamento. De jovens alegres, brincalhões, esportistas fomos nos transformando em adultos sonhadores e ansiosos por construirmos nosso caminho. Na bagagem da nossa viagem fomos colocando nossos sonhos, alguns concretizados, outros parcialmente e uns poucos não realizados. A paixão inicial foi  se transformando em amor e esse por fim numa grande cumplicidade. Tenho certeza que é assim  com todos os casais.
As palavras ouvidas durante a despedida me dão a certeza de que deixou marcas em todos com quem conviveu - da alegria, da perseverança, da esperança. Conforta ver nos filhos um pouco do que foi e do que deixou.
Enfrentou com paciência o Mal de Parkinson que o acometeu há 5 anos, brincava dizendo a todos que estava com o "mal do parque", enfim viveu bem o tempo que pode e com quem pode. Deixa saudade e um vazio grande que vai aos poucos sendo preenchido pelas lembranças boas que vão nos acompanhar daqui para a frente.
É preciso registrar o grande número de manifestações recebidas as quais agradeço de coração, são provas da amizade que desfrutou enquanto esteve conosco.

domingo, 12 de maio de 2013

Dia das Mães 2013


Da esq/dir:Ana,Tarso,Baby,Eliane,eu,Tolfo,Elisa,Martin.Da dir/esq:Cintia,André,Neia,Guilherme,Eduardo,Marcelo,Luca,Davi,Paula e no topo: Leandro e Rafael.
O final de semana do Dia das Mães foi repleto de atividades onde a emoção foi a tônica. No sábado, assistimos à missa de 30º dia de falecimento da minha mãe. A missa foi rezada na Igreja de Santo Antonio, lotada, contou com a participação de alunos do Colégio Antônio Alves Ramos que fizeram uma linda homenagem às mães presentes, grande parte delas foram às lágrimas, entre as quais, eu. A emoção seguiu quando o padre solicitou às mães que fossem até o altar principal para receberem uma benção especial. Saímos da igreja leves e nos sentindo em paz. Hoje, domingo do Dia das Mães, fomos almoçar em Val de Buia, um restaurante típico italiano em um local aprazível, com um riacho correndo atrás do prédio que abriga o restaurante. Vale dizer que para se almoçar neste restaurante em dias especiais como este de hoje, é preciso muita paciência e pouca fome, pois espera-se de uma a uma hora e meia para conseguir uma mesa, ainda mais difícil se torna quando a turma é grande como a nossa - 16 pessoas, seríamos 20 se a família Tolfo Souza de Chapecó estivesse conosco. Vale a pena esperar? Vale pelo lugar, pela comida, pela alegria das crianças correndo e brincando no gramado e nos balanços rústicos que ele possui. Outro motivo de comemoração foi a estreia do Rafael na culinária italiana, assim como dias atrás ele degustou (chupou, melhor dizendo) seu primeiro churrasco, hoje, ele comeu seu primeiro pedaço de polenta e, como bom descendente de italianos, adorou.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Coisas que aprendi com minha mãe.

Esse título vi no blog (3+3) 6 Mosqueteiros e resolvi pensar a respeito e aproveitar para homenagear minha mãe (falecida há pouco mais de um mês) lembrando de coisas que aprendi com ela. Penso que sou uma pessoa honesta, cidadã cumpridora dos seus deveres, respeitadora, simples, enfim uma pessoa do bem e, se assim sou, devo à minha mãe e ao meu pai pela educação que me deram mas não é destas coisas abstratas que quero falar, vou citar aqui coisas que fui lembrando aos poucos à medida que fui escrevendo este texto.
  1. Aprendi com minha mãe a segurar o lápis para escrever as primeiras letras;
  2. aprendi a ler na Cartilha Fácil;
  3. aprendi a tabuada do 8 - lembro dela dizendo:"_ quando responderes quanto é 8 X 7 e 7 X 8 sem pestanejar, aprendeste a tabuada";
  4. aprendi que a capital dos EUA é Washington ( que ela pronunciava "vazingtom" para que eu gravasse;
  5. aprendi que o café da manhã é a principal refeição ( e meu café é caprichado até hoje);
  6. a secar uma pilha pequena de pratos secando em cima e embaixo e sobrepondo uns aos outros;
  7. a não me envolver com a vida alheia ( como se dizia na época) - "não sei, não vi" aconselhava;
  8. a fazer glacê mármore e confeitar com bico pitanga e perlê ( não faço há muito tempo);
  9. a enrolar as meias para calçá-las com mais facilidade;
  10. aprendi que pela forma como se estende a roupa no varal se conhece o capricho da dona da casa. 
Esta lista poderia conter outras tantas dezenas de coisas que ela me passou, a mim e a meus irmãos mas já é possível ter uma ideia do quanto aprendi com ela ao longo desta convivência de tantos anos.

Presença marcante e ausência doída!

sábado, 20 de abril de 2013

Recursos tecnológicos não diminuem o prazer de um passeio em família.

A alegria do meu neto.

Rosa,os meninos e Neca.

Momento de volta à calma.
Uma necessidade profissional da minha filha fez-nos ir a Porto Alegre na sexta feira, última. Uma viagem de 4h30min, tranquila, utilizando recursos tecnológicos que para mim eram desconhecidos - GPS para nos guiar e DVD para distrair o Rafael ( ouvimos a Galinha Pintadinha um sem número de vezes - ele adora). Impossível não comparar com as viagens que fazíamos nos anos 70 de Frederico Westphalen para Santa Maria ou outra cidade: viajávamos à noite para que as crianças dormissem em "camas" arrumadas nos bancos traseiros do carro e para não errarmos os trajetos, em caso de dúvida, uma perguntinha aqui, outra ali até chegarmos ao destino. Ouvíamos música, sim, mas as que o radinho ( era assim que se chamava o que hoje se denomina som automotivo) reproduzia. Nossa estada em Porto Alegre foi breve, fomos na sexta e voltamos no sábado. Minha sobrinha e afilhada Cíntia e seu filho Martin ( um menino encantador nos seus 3 aninhos) nos hospedaram em seu belo e aconchegante apartamento com todo o conforto e atenções dispensadas por ela e suas duas auxiliares - Rosa e Neca.
Enquanto mamãe cumpria seu compromisso, eu, Rosa, Neca e Martin fomos até o Parquão onde Rafael e Martin brincaram até o final da tarde. E, depois de tanta brincadeira, um bom banho, uma papinha e cama, que ninguém é de ferro. Alguns flagrantes deste passeio aparecem nas fotos que postei.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

É preciso seguir em frente.

Eu (de vermelho), meu irmão Reinaldo e minha irmã Dulcinéia com meu pai e minha mãe no almoço de Bodas de Ouro.
Não consigo pensar em algo interessante para postar, um assunto que possa atrair os meus seguidores. O único pensamento que tenho nestes dias é a perda da minha mãe e, prometo que será a última postagem que faço falando dela e da minha dor. O espaço ocupado na minha vida, na minha rotina por minha mãe, aos poucos, dia após dia vai sendo ocupado pelo vazio da sua ausência. É preciso tomar providências, é preciso objetivar. É difícil saber que isto tudo é porque já não a tenho mais. As coisas práticas que envolvem uma perda trazem junto de si um não sei que de tristeza, de solidão. É necessário reunir forças para arrumar documentos, destinar objetos pessoais recheados de uma história de vida que aos poucos, mansamente vai diminuindo a realidade e aumentando a saudade. É preciso seguir em frente, é preciso seguir em frente... e eu vou, vou seguir, devagar, lentamente pois a cada documento, a cada objeto fatos, palavras vem à mente e me fazem parar e voltar no tempo. Difícil pensar que não mais  verei, não mais  ouvirei, não mais  tocarei naquela que, por longos oito anos, dependeu de mim para tudo. Os oito anos não foram suficientes para retribuir os tantos nos quais dependi dela para tudo ou quase tudo.Queria ter meu pai junto de mim e não só não o tenho como, agora, não tenho também a minha mãe.
Eu vou seguir em frente, devagar, lentamente como requer um coração cheio de lembranças e de saudade.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Reasilvia Barbosa Pedroso.





Hoje, quero falar sobre minha mãe, Reasilvia Barbosa Pedroso. Falecida no dia 07/04 último, com 89 anos, vítima de falência múltipla de órgãos em decorrência de uma isquemia. Triste? Sim, triste, muito triste! Recordar a vida plena que teve faz amenizar a tristeza.
Mulher de uma geração em que o caminho de todas era o casamento, os filhos, os netos, bisnetos enfim todos os descendentes que a sua longevidade permitisse. Casou, teve filhos, netos e bisnetos. Foi feliz? Acredito que sim, na medida em que realizou muitos dos seus desejos, aqueles possíveis e que lhe foram permitidos realizar. Dona de casa trabalhadeira, ao mesmo tempo que cuidava da criação e educação dos filhos, costurava, confeitava bolos artísticos, foi cabelereira, dando conta de tudo e de todos. Na vizinhança, deixou saudade por ser uma boa vizinha e aquela que liderou um movimento para que se colocasse uma parada de ônibus e um orelhão ( telefone público) em ruas do bairro onde morava. Participou do Depto Feminino da Loja Maçônica Luz e Trabalho como presidente fazendo várias campanhas de arrecadação de alimentos e agasalhos para instituições carentes. Próximo ao Natal, por alguns anos, vestiu-se de Mamãe Noel distribuindo balas para as crianças do bairro. 
Venceu algumas enfermidades, dentre as quais, um câncer de mama em tempos em que a mastectomia era a única alternativa. Vaidosa, não sem razão, pois era uma mulher linda, abalou-se emocionalmente com a perda de um dos símbolos da feminilidade, fazendo com que se recolhesse à intimidade do lar, evitando expor - se. Sucederam-se a doença do marido (falecido há 10 anos atrás), fraturas do fêmur em ambas as pernas, algumas pequenas isquemias e por último, uma de maior intensidade que acabou por tirar-lhe a vida.
Os três filhos legítimos e uma filha do coração deram-lhe 10 netos, e 4 bisnetos. Os netos receberam apelidos carinhosos, conforme ela identificava alguma característica marcante.Os meus 4 filhos Carla, Leandro, Ana Paula e Eduardo receberam, respectivamente, as alcunhas de: Mãezinha, Meu Galã, Menina de Ouro e O Tranquilo.
Sua música preferida era Fascinação, de Marchetti e Feraudy, na voz de Elis Regina que posto como uma homenagem àquela que além de me dar à luz deu-me uma formação sólida fazendo-me uma cidadã do bem, assim como ela o foi.

 Mãe, onde quer que tu estejas, dá-me tua benção, hoje e  sempre!!

Posso pedir uma coisa? Se escutarem a música enquanto estiverem lendo a postagem eu entenderei como uma homenagem à minha mãe. Obrigada!
 


terça-feira, 2 de abril de 2013

Bah, como estou atrasada!!

A última postagem que fiz foi quando o Grêmio ganhou, e isso já faz alguns dias, ontem embora tenha saído na frente contra o Passo Fundo cedemos o empate e a liderança ficou com eles. Bem, é assim o Grêmio. No Gauchão, altos e baixos, e na Libertadores, grandes preparativos, poupando os "velhinhos bom de bola". 
E a Páscoa, não falei dela. Tenho me questionado muito a respeito do sentido que se tem dado às datas cristãs. Não quero ser pessimista mas penso que o real sentido já se foi, salvo uma ou outra familia que ainda passam aos filhos e netos o significado tanto do Natal como da Páscoa, a grande maioria consome indiferente ao real significado, menos mal pois ainda resta uma esperança, então.
Aqui em casa, procuramos cultivar os sentimentos mais puros, sem grandes gastos e super produções. Temos por hábito nos reunir, estreitar nossos laços em nome do amor de Cristo. Faço desde sempre  uma compra simples de chocolates, porque são simbólicos, escondo-os para que se divirtam procurando. E, nesta Páscoa porque temos o Rafael, novato nessas celebrações, preparei um roteiro para que ele e as primas Malu e Carol procurassem o tesouro que consistia em chocolates para as meninas e uma Galinha Pintadinha para o Rafael. Foi interessante confirmar que a presença de uma criança pequena dá um novo colorido para qualquer coisa que se faça, esta era a minha expectativa. Importante mesmo é a confraternização e o carinho que permeia estes momentos em familia. Apesar de estarmos vivendo momentos de apreensão com o estado de saúde da mãe, conseguimos nos alegrar estando juntos, inclusive para nos apoiarmos uns aos outros. Os registros fotográficos foram feitos pelos pais logo, tenho que aguardar que me enviem as fotos para poder postá-las.
Uma bela Páscoa em família!

quinta-feira, 21 de março de 2013

Animais e imagens.



Essa postagem era para fazer parte da BC do "Eu amei, você também pode", da Flávia mas a Cocada não compareceu à sessão de fotos marcada aqui em casa, chovia muito. De qualquer forma, não vou perder a oportunidade de colocar essa fofura na blogosfera, ela ilustra o texto que preparei para a BC.
Ao longo da minha vida convivi com animais quer sejam de estimação ou de criação para sustento ou para comércio. Meus antepassados eram agropecuaristas de médio porte, meu pai era caçador ( na época em que se caçava perdiz para comer) e sempre tinha cães da raça perdigueiro para acompanhá-lo nas caçadas.Depois convivi com animais de estimação desde cães de diferentes raças ou sem raça definida até pássaros e peixes. Eu, de fato, só tive um cão da raça Dálmata - Charlie - que criei com desvelo ao que ele retribuia com seu carinho e sua beleza. Morreu após ser acometido por parvovirose ( vacina ineficiente), daí para frente, meus filhos tiveram cães de outras raças mas eu não quiz mais ter um cão para substituir o Charlie. Tivemos um Doberman, um Collie, um Coocker Spaniel, não ao mesmo tempo, mas que nos deram muita alegria. Hoje, não temos em casa nenhum cão mas temos uma hóspede constante que percorre todos os cômodos para cumprimentar a todos e para que todos cocem a sua barriguinha, a Cocada.
 A COCADA  é esta coisinha fofa que está na foto e cujo pelo branquinho e fofo justifica o nome que lhe deram. Não é um amor?

sábado, 16 de março de 2013

Há muito tempo queria, não resisti.

Já comentei aqui, tempos atrás, que a saúde da minha família  tem vários casos preocupantes e, que sou,por assim dizer, a cuidadora de todos e inclusive da minha. Pois bem, é nestes momentos que sentimos necessidade de ter algo ou alguém para nos alegrar e desviar das preocupações, como estes momentos não tem prazo para terminar, senti a necessidade de ter algo assim. Cães e gatos não fazem muito o meu estilo - gosto mas não gostaria de tê-los em casa. Não me perguntem porque, não saberia responder. Às vezes, penso que devo ter levado algum susto quando criança com algum cachorro ou gato pois respeito-os e prefiro conviver de longe com eles.
Amo a Natureza e prezo muito a liberdade do pensamento e da ação e, por esta razão, pensei muito entre abandonar esta vontade ou ceder a um desejo de longo tempo. Amo pássaros e adoro vê-los voando alto mas a vontade de ter uma calopsita foi minha companheira durante anos e acabei por capitular: comprei  "CALU", sábado passado e agora ela já faz parte da minha vida e da minha família. Minha ideia é de, no momento em que ela se sentir aquerenciada,  tirá-la da gaiola e tentar mantê-la em liberdade. Estou adorando a ideia de saber que ao voltar para casa ela estará lá e vai retribuir o meu carinho com assobios e com aquele olhar inquiridor que ela tem. As  informações do criador e do Tio Google garantem que é um animalzinho dócil, fácil de criar, capaz de reconhecer seu dono e de aprender algumas palavras e  músicas desde que se tenha paciência para ensinar e que se aguarde que aprenda uma coisa de cada vez.
Pode parecer contraditório alguém que ama a liberdade ter um pássaro em gaiola mas uma  coisa que, de certa forma, me tranquiliza é que estes pássaros são criados em cativeiro e que não saberiam viver em liberdade se fossem soltos.
Precisa receber cuidados? Calu receberá. Precisa receber carinho? Calu terá e muito.
Difícil de entender?

quinta-feira, 7 de março de 2013

Uma colação simples mas de grande significado.


Em dado momento nos damos conta de que não são necessários grandes aparatos para que se dê por concluída uma etapa importante da vida como um curso superior, ainda mais quando este é o segundo curso a ser concluído. Faço esta introdução para registrar a Colação de Grau de Gabinete que ocorreu hoje, pela manhã, no Auditório do Centro de Educação da UFSM. Dela fazia parte o Eduardo, de quem, em postagem anterior, mostrei o Trabalho de Conclusão de Curso. Uma cerimônia de colação foi simples mas nem por isto menos emocionante. É a coroação do esforço de acadêmicos que ao longo de 4 ou mais anos dedicaram-se às atividades do curso escolhido preparando-se para enfrentar o mercado de trabalho. À medida que os formandos eram chamados percebiam-se expressões variadas nos rostos dos jovens e de alguns nem tão jovens assim: alegria, satisfação, esperança, alívio. Para os familiares e amigos presentes foi um momento de euforia e de confraternização. O Diretor do Centro de Artes e Letras - Pedro Brum Santos - na sua fala destacou a importância do momento para formandos, familiares e comunidade acadêmica pois é a entrega para a sociedade de mais um grupo de profissionais aptos a desempenharem suas atividades. A UFSM coloca-se, segundo ele, à disposição para, sempre que julgarem necessário, virem buscar ou trocar informações, o que proporcionará um crescimento para a instituição.
Eduardo, foi com muito orgulho que nós, seus pais, presenciamos o momento de sua segunda colação de grau naquela que é, sem dúvida, uma das melhores instituições de ensino superior do Brasil!

Talento indiscutível! Parabéns, filhão!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Vejam só!

Fiz um comentário no final da última postagem a respeito da Dona Reasilvia imaginando que todos que o lessem soubessem quem é ela. Minha mãe é tão forte, tão presente que parece-me que todos a conhecem. Dona Reasilvia, Vó Preta, Bisa, Dona Silvia, Beco (era assim que seus irmãos a chamavam quando criança) é a minha mãe. Ela está hospitalizada, em estado grave depois de uma isquemia. Fiquei imaginando a razão por ter me referido a ela como Dona Reasilvia e conclui que é assim que sempre me refiro a ela quando  está prestes a fazer ou dizer algo surpreendente. Surpreende o fato dela estar resistindo bravamente ao que lhe aconteceu, ela é determinada, guerreira, teimosa até e se não estiver na vontade dela ir, ela não irá. É assim a minha mãe, que Deus lhe ajude a cumprir a sua vontade.
P.S.
Ao abrir o "mattiva" era minha intenção falar sobre os meus 67 anos completados hoje. 67 são quase 70, faltam só 3 anos para chegar à média de idade do povo brasileiro. É minha intenção ir além, muito além com as bênçãos de Deus.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Momentos de apreensão.

Desde a última terça feira estamos vivendo momentos de apreensão com o estado de saúde da minha mãe. Sofreu uma isquemia, teve uma queda cuja consequência foi a formação de um coágulo, de uma área isquêmica no lado direito do cérebro e um quadro gravíssimo de septicemia. Até sexta feira o quadro se manteve estável. Ontem, 16 de fevereiro, dia do seu 89ºaniversário, presenteou-nos com uma melhora significativa em todos os aspectos: cérebro, sangue, infecção todos tiveram uma recuperação significativa. Dona Rea,Vó Preta ou Bisa, como os netos e bisnetos a chamam, sempre surpreendeu a todos com sua vitalidade, sua capacidade de reação ao longo destes 88 anos já vividos durante os quais sofreu algumas intervenções cirúrgicas: uma mastectomia, duas próteses de fêmur, algumas pequenas isquemias que levaram a algumas quedas e vários pontos na cabeça, uma pequena demência senil e um quadro de depressão instalado por no mínimo 45 anos - tudo isto acompanhado pela família, por uma equipe de médicos, enfermeiros e cuidadoras.Neste ano a ideia era fazer um churrasquinho no dia do seu aniversário, ela não quiz. Então sugeri que comprássemos uma torta para tomar um chá à tarde, ela concordou a contragosto. Brinquei com ela, falando ao seu ouvido na CTI: - "tudo bem que não querias comemorações mas não precisavas vir parar no hospital por isso". Brincadeiras à parte, rezamos por sua recuperação. Estamos aguardando a evolução do quadro pedindo a Deus que a proteja, que lhe dê forças para reagir mas, sobretudo, que não a deixe sofrer.  Na foto, filhas, neta e cuidadoras registradas nos seus 87 anos.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Luxemburgo que me perdoe, mas que escalação foi essa?

 "Nem o mais pessimista dos torcedores poderia imaginar que a estreia na fase de grupos da Libertadores, na Arena, contra o Huachipato, na noite desta quinta-feira, poderia terminar da forma como terminou. Uma vitória dos visitantes pelo placar de 2 a 1. O ambiente positivo que tomava conta de cada gremista, acreditando no resultado favorável, foi aos poucos se transformando em tensão e tristeza. O time chileno chegou a colocar 2 a 0 no marcador, mas Barcos descontou cobrando pênalti. Apesar da pressão final, o Tricolor sentiu a falta de entrosamento e os campeões chilenos se fecharam atrás garantindo uma vitória histórica. Talvez o único alento que fica para o torcedor gremista é saber que nos anos de 1983 e 1995, quando foi Campeão da América, o time não venceu na estreia na fase de grupos. Ainda assim, não era o que todos esperavam."(fonte: Portal Oficial do Grêmio)

Tinha tudo para ser um belo espetáculo: Grêmio X Huachipato, este um time de pouca expressão fora do seu país, o Chile, embora tenha sido campeão no ano passado. O Grêmio com preparação especial, com titulares poupados e com algumas estrelas no elenco. Um belo estádio cujos refletores deram pane, um gramado ainda sem condições de jogo e um time cuja escalação deixou gremistas e não gremistas, no mínimo, sem saber o que Luxemburgo quiz fazer. Meus filhos, que entendem dos meandros do futebol, justificaram a escalação dizendo que o Luxemburgo deve ter prometido titularidade ao novos contratados, leia-se: Barcos, Vargas, André Santos e Adriano e, também deve ter subestimado o adversário.Não poderia ser diferente: 2 X 1 em plena Arena. Agora é tentar corrigir os erros e pensar no próximo adversário, nada mais nada menos do que o Fluminense, lá na casa deles. Haja coração!!

VAMO QUE VAMO,GRÊMIO!

P.S. Rezando para que minha mãe possa comemorar seus 89 anos, amanhã, com uma recuperação dos males que a afetam. Força minha mãe, tens fôlego de gato!
Vamo que Vamo, Dona Rea!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Em meio a tanta tristeza, esse sorriso é um refrigério!

Na casa da Bisa à sombra do flamboyant.
Como não sentir uma sensação de alívio, tranquilidade, paz quando se vê um sorriso assim, inocente, aberto, franco? Sinal de que apesar das tristezas vividas nestes últimos dias, aí está algo pelo qual vibrar, manter a esperança e alegrar-se. Os netos são uma benção e nos damos conta disso a cada dia, a cada momento.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Pessoas estrelas!



"Há pessoas estrelas e há pessoas cometas...
Os cometas passam. Apenas são lembrados pelas
datas que passam e que retornam.
As estrelas permanecem. O sol permanece. Passam
anos, milhões de anos, e as estrelas permanecem..."



Com esses versos  de Reinilson Câmara quero registrar um momento especial vivido ontem, na casa da minha irmã Dulcineia. Era a comemoração do seu 61º aniversário e, ao mesmo tempo, a inauguração do Recanto da família e dos amigos. Neste recanto ela reuniu alguns objetos que eram do nosso pai a título de preservá-los e de homenagear aquele que foi a maior estrela que compôs o nosso céu - Arnaldo Pedroso - cujo falecimento ocorrido há quase 11 anos não conseguiu ( sei que o tempo não conseguirá) apagar o brilho desta estrela. Os objetos são simples, assim como ele,  mas têm um significado muito especial para todos nós. Ainda habitam nossa memória alguns momentos em que eles se fizeram presentes. Minha irmã reuniu, além dos objetos, várias fotos da família. Não só no recanto há coisas que pertenciam ao nosso pai, na sala de visita e no banheiro encontrei dois armários que pertenciam a ele, um deles era onde ele tinha uma farmacinha. Foi uma comemoração especial pela alegria do encontro, pela possibilidade de revivermos coisas e por isto agradeço a Néia por ter nos proporcionado este momento e parabenizá-la pelos 6.1( cada vez melhor, como ela mesma faz questão de dizer!). Registros fotográficos na próxima postagem.

Néia e seus especiais 61 verões.


Aí, nós: da esq/dir: na 1ª fila: Néia, eu, Tolfo; na 2ª fila: Adão e Denise; na 3ª fila: Guilherme e Eduardo.
Exposição de fotos no Recanto.

Porta cuia, máquina de costura, lampeão, chaleira de ferro.

Rádio portátil,grampeador,furador de papel e cigarreira.

Porongo,cesta,guampa e quadrinhos em madeira e cerâmica.



Armariozinho que servia de farmacinha.
Banquinho tripé.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

8 dias de ausência e meus votos para 2013.


Quando a família se reúne para as festas de Natal e de Ano Novo toda a rotina da casa se modifica numa desarrumação abençoada, são os filhos que à casa tornam trazendo com eles o bulício dos neto e netas. Aos poucos os nossos espaços e nossos momentos são substituídos pela alegria e pelos hábitos dos recém chegados. Essa introdução explica a razão pela qual fiquei afastada por 8 dias do "mattiva" já que do "escolaparaadultos" estou de férias. Do Natal ao 31 de 2012 as passagens pelos blogs que sigo foram suspensas pois minhas netas, nascidas na era da Informática e, como estão de férias (conforme permissão da mãe) tomaram conta do computador e deixaram a Vó boquiaberta com a familiaridade e com a agilidade com que usam esta tecnologia. Hoje, como elas estão na casa da tia na vizinha cidade de São Pedro, dei uma passadinha por aqui para renovar os meus votos de que todos os meus seguidores e seus familiares tenham um 2013 abençoado e que seus sonhos possam ser realizados.O vídeo que postei é de autoria de Rodrigo Mattos mas faço minhas as palavras dele.
Um grande abraço a todos!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Últimos enfeites.


 Numa loja de departamentos de Chapecó ( fomos assistir a formatura da minha neta) encontrei este móbile com Papais Noel gracioso e com um som lindinho quando é balançado pelo vento. É claro que não resisti e aí está ele, pendurado no ventilador da minha sala de estar. Aproveitando uma sugestão de um blog de fazer  um Papai Noel numa lata de mantimentos, meu filho João José e eu o fizemos num abajur, ficou uma graça, não acham? A lareira desta sala também recebeu um enfeite com flores e fitas e um Papai Noel praticante de rappel . Agora chega de enfeites, vamos aos preparativos para a festa. Depois posto fotos e comentários sobre mais esse Natal em família.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Rafael foi batizado. O que isto significa?

 O batismo é também chamado de banho da regeneração e da renovação no Espírito Santo e iluminação, porque o batizando se torna filho da luz, conforme Tt 3,5 e Ef 5,8. Tendo nascido com o pecado original, o batizando tem necessidade de ser libertado e de ser transferido para o reino da liberdade dos filhos de Deus. Pelo efeito do batismo o homem  participa da vida trinitária mediante a graça santificante, que lhe confere as virtudes teologais: fé, esperança, caridade e os dons do Espírito Santo. Desta forma o batizando pertence para sempre a Cristo. A profissão de fé é expressa pelos pais e padrinhos e toda a comunidade que cerca o batizando.( fonte: Catecismo da Igreja Católica)
A foto registra o momento em que Rafael, meu neto, era batizado cumprindo o ritual da Igreja Católica, na Igreja Nossa Senhora das Dores. Como padrinhos, os pais convidaram os tios Leandro e Elisa e Mauro e Márcia, respectivamente tios maternos e tios paternos. 
É sempre muito emocionante para os familiares e amigos o cumprimento deste rito de passagem que  comemorado com um encontro muito alegre dos familiares presentes ao evento.