Uma das consequências de se ter móveis antigos ou morar em apartamentos (casas) antigas ou próximo de imóveis velhos é a possibilidade de sofrermos uma invasão de insetos pequenos parecidos com formigas, com formas aladas e que adoram celulose - os cupins. Cansada de varrer aquela "areiazinha" no pé dos móveis ou no interior de gavetas resolvi fazer uma descupinização. É um processo que exige que se esvazie os armários, gavetas, prateleiras, enfim, todo o espaço que, por ventura, possa conter estes indesejáveis bichinhos. Alguns conhecidos já me alertaram que a desinfestação não é definitiva pois os insetos são resistentes ( alguém já disse que somente os insetos habitarão a Terra daqui há algum tempo). Meu apartamento de "arrumadinho" hoje abriga um sem número de caixas, sacolas, pilhas de roupas, sapatos, enfim tudo aquilo que estava nos armários, agora está fora deles. Sairemos de casa amanhã, domingo pois a descupinização será feita na segunda-feira, 7/1. Voltaremos para casa na sexta feira,11/1, portanto ficarei mais uns dias afastada da blogosfera. No meu retorno, vou aproveitar para exercitar o desapego pois o que eu tenho de coisas guardadas e inúteis ou, pelo menos, desnecessárias vocês nem podem imaginar.
Vejam algumas considerações sobre estes insetos, retiradas do site Sentricon Brasil:
"Os cupins existem na Terra há muito mais tempo que o próprio homem.
Restos fossilizados destes insetos já foram encontrados em formações
geológicas datadas de 55 milhões de anos. Durante todo este período, os
cupins têm desempenhado um papel fundamental na natureza, na
decomposição de matéria orgânica, contribuindo para a incorporação de
nutrientes e fertilidade do solo.
No entanto, desde que o homem começou a construir habitações e outras estruturas de madeira, é que se conhecem os danos causados por este inseto. A própria denominação "cupim" é mais antiga que o Brasil, tendo sua origem na língua Tupi e significando "montículo", em referência ao formato do ninho de uma determinada espécie de cupim encontrado no interior do Brasil.
É interessante frisar, porém, que existem muitas espécies de cupins e sua fonte de alimento pode variar bastante - existem cupins que comem raízes de plantas ou fungos, por exemplo. Assim, é importante saber identificar a espécie a ser controlada, diferenciando cupins que não causam prejuízos ao homem (úteis na manutenção da cadeia alimentar na natureza) dos cupins que causam danos ao patrimônio privado, histórico ou cultural do homem."
No entanto, desde que o homem começou a construir habitações e outras estruturas de madeira, é que se conhecem os danos causados por este inseto. A própria denominação "cupim" é mais antiga que o Brasil, tendo sua origem na língua Tupi e significando "montículo", em referência ao formato do ninho de uma determinada espécie de cupim encontrado no interior do Brasil.
É interessante frisar, porém, que existem muitas espécies de cupins e sua fonte de alimento pode variar bastante - existem cupins que comem raízes de plantas ou fungos, por exemplo. Assim, é importante saber identificar a espécie a ser controlada, diferenciando cupins que não causam prejuízos ao homem (úteis na manutenção da cadeia alimentar na natureza) dos cupins que causam danos ao patrimônio privado, histórico ou cultural do homem."




